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O segredo da pipoca doce...

Eu não sei se ninguém contou porque não sabia ou porque não quis... mas, pra fazer pipoca doce igualzinho a do pipoqueiro, você precisa ter uma panela de alumínio grossa e vinagre. Pronto falei! Adoro pipoca! Tanto, que até ganhei do meu pai uma pipoqueira profissional, dessas da carrocinha de rua! E  fico me perguntando muitas vezes, porque ainda não tenho a minha própria carrocinha. Andando pela cidade, identifico rapidamente pontos promissores para a venda de uma pipoca quentinha e crocante! Quando era pequena pedia sempre pipoca doce e salgada pro pipoqueiro. E nos tempos de faculdade me encantei pelas as pipocas gordas de bacon e provolone. Era o meu passatempo preferido na longa viagem de volta pra casa. Há alguns anos atrás, virei fã da mistura maluquete do meu querido João, que bem podia ser meu filho, de tanto que eu gosto dele. A mãe dele, minha amiga Dalessandra, também sente o mesmo pela Isis, minha caçula... e às vezes, desconfio, que essas crianças ...

Eu amo jiló!

Baixinho e rechonchudo, verde brilhante, pele fina e rija, polpa densa recheada de sementinhas. Rico em cálcio, ferro e magnésio, vitaminas A, B e C. Combate o colesterol, o mal hálito, emagrece, protege o coração e é amargo, muito amargo. Não, eu não nasci gostando de jiló. E nem sabia de tudo isso até dar um google. Me encantei mais tarde, já na vida adulta, quando meu sogro serviu um feijão com jiló dentro. E eu, que já era fã de feijão com pedaços de abóbora, fiquei curiosa com aquela novidade! Uau, que delícia! A partir daí, sempre que pintava uma oportunidade, eu me esbaldava! Virei freguesa do jiló empanado servido no Burguesão, no campus da UFRJ, onde estagiava. E depois, quando passei a cozinhar todo dia, repetia e repito o jilozinho no feijão de vez em quando. Também já fiz empanado, mas é sempre  bom evitar a fritura. Até porque, o jiló que eu mais gosto é muito simples. Corto em rodelas grossas e refogo com azeite ou óleo, alho, cebola e sal. Vai bem com qu...

Doce, doce, doce... totalmente agridoce!

Foi sábado passado que decidi descongelar o tender bolinha que eu comprei a mais no Natal. Sim, sou dessas! Compro coisas fora da estação ou dentro da época pra usufruir mais tarde. Casaco no verão, biquíni no inverno e comida "temática". E aí, depois de alguns meses bateu uma vontade grande de comer um tempero agridoce, sendo assim, o tender seria perfeito! Muita gente deve estar torcendo a cara agora, mas aqui em casa, para minha sorte, todo mundo gosta. E olha, eu caprichei no açúcar! A exceção do arroz, tudo mais era adocicado.  Fiz uma salada de batata com maçã e maionese. Uma salsinha cairia perfeitamente, mas eu não tinha. A farofa foi com bacon, banana e ameixa. Temperei com cebola e alho e ficou bacana! O tender foi glaçado numa mistura pra lá de especial. Ganhei a receita há muitos anos, numa dessas promoções de supermercado e compartilho aqui, pra quem quiser arriscar: 1 tender bolinha, 1/2 xícara de açúcar mascavo, 1 colher de sopa de mostarda, 1 colher de chá ...

Assim assado ou quase sempre igual

Preparados para trinta dias de trabalho ininterruptos? Sem feriados, folgas, facultativos, emendas, enforcas e toda sorte de pausas que nos faz perder o foco, distrair, capitular, procrastinar, jiboiar e moscar... Tem gente que não aguenta e no meio do caminho, certamente vai se valer de um mal pressentimento e arrumar uma excelente desculpa pra fugir da labuta. Particularmente, cansei das pausas. Deve ser pela falta de grana, né?! Porque seu pudesse, viajaria em todos esses longos carnavais que pintaram por aí. Mas, estou na fase de catar caraminguás, juntar cascalho e guardar pratinhas, tudo pra deixar o pardieiro bem bonitinho! Mas, amanhã começaremos tudo de novo e nesses dias de rotina é bom pensar no cardápio. Vamos voltar ao tatibitate porque na hora da correria não dá tempo de inventar nada. Aqui em casa comemos muito frango. Basicamente, é nossa comida no dia dia. Vou revezando com outras carnes, mas acho que o frango é o campeão. Se tem hormônio, antibiótico ou sei l...

O vírus do amor.

E pra fechar o segundo bimestre do ano na mesma sintonia que vibrou desde seu início, só faltava eu ficar doente. Fiquei! Uma febre chata, insistente, que me moeu os ossos, doeu a cabeça e me derrubou por cinco longos dias. Fazia tempo que não ficava assim. E assim como chegou, sem nenhum aviso prévio, a tal febre diagnosticada obviamente como uma virose, foi embora sem deixar rastro. Nesses dias em que me levantei para fazer o supra necessário, e isso era quase nada, pude observar  com mais atenção a movimentação do meu marido pela casa. Constatei o porquê de um casamento longevo e me peguei apaixonada. Eu não vou encher vocês com todas as razões e sentimentos que me fazem estar com ele. Dividimos a responsabilidade de criar nossas filhas, nossa casa, cuidar do afeto, do amor e da amizade. E nem pense que é perfeito como pode parecer. Dá muito trabalho para ambos, exige muito desapego! O que me encanta nesse cara é saber o quanto estamos sintonizados com a nossa família. ...

Foi por um triz.

Em breve, o pardieiro estará fechado para reformas. Ou melhor, escancarado para todo tipo de vai e vem, entra e saí, entulho, poeira, sujeira e barulho. Confesso que já estou trincando os dentes e perdendo o sono. O planejamento já começou e todo tempo livre é pra pensar nas muitas possibilidades de transformação da casa. Orçamentos, projetos e pés no chão pra uma reforma que começa no telhado e termina na calçada da rua. Haja planejamento! Se pudesse, entregava a chave para o pedreiro, fugia e voltava daqui sete meses, quando tudo estivesse pronto. Não vai dar. Então, preciso planejar a realidade e dividir "numa boa" meu quarto com uns sacos de cimento. Ficar sem banheiro uns dias, sem cozinha por algumas semanas, vestir a Poliana que nunca li para acreditar piamente que tudo vai dar certo e vou ficar bem contente. Haja paciência! Pra completar, minha casa entrou naquele modo de "vamos quebrar tudo!" E entre março e abril teve um monte de coisas que me dei...

Muito bem acompanhados!

Não fiz promessa de ano novo, mas desejei algumas coisas. E a mais singela delas foi deixar a preguiça de lado pra arriscar no arroz. Aqui em casa todo mundo gosta e eu já tenho o hábito de sempre ter na despensa o parboilizado, o agulinha e o integral. Mas o arroz pode ir além do alho e cebola, muito além! O problema é sair da inércia, mesmo que seja pra fazer um arroz! Cozinhar é um hábito que se a gente não fica de olho, repete todo santo dia o cardápio de anos! E tem tanta comida pra testar e provar!!! Mas aí, a gente inventa que não tem tempo e aquilo que a gente repete por hábito parece sempre mais rápido. Não é nada. É som um hábito que virou preguiça. Eu estou tentando cumprir meu desejo promessa. Mas confesso que na correria diária volta e meia me pego fazendo o mesmo feijão com arroz pra acompanhar aquele manjado picadinho de carne com legumes. Fica bom? Fica! Mas dá pra ficar melhor, porque o tempo e os ingredientes são basicamente os mesmos. O primeiro trim...